Preservação e conservação da natureza e da Biodiversidade-Parque Nacional

  É uma área contendo um ou vários ecossistemas inalterados ou pouco alterados pela intervenção humana (semi-naturais), integrando amostras representativas de regiões naturais características, de paisagens naturais ou humanizadas, de espécies vegetais e animais, de locais geomorfológicos ou de habitats de espécies com interesse ecológico, científico ou educacional. No parque nacional são adoptadas medidas que permitem a protecção dos ecossistemas e que evitam a exploração intensiva dos recursos naturais.

Um exemplo e único português é o Parque Nacional Peneda-Gêres, em que as rochas são essencialmente graníticas em que habitam espécies de flora raras (narciso-trombeta, lírio-do-gêres), algumas são mesmo únicas deste parque (feto-do-gerês) e de fauna.

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Flora do Gêres:

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   Fauna do Gêres:

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Preservação e conservação da natureza e da Biodiversidade

A necessidade de preservação da biodiversidade é justificada através de argumentos de carácter utilitário, científico e ético. Os primeiros dizem respeito utilidade que podemos fazer dos seres vivos. Efectivamente eles podem ser utilizados na nossa alimentação, no tratamento de doenças, no controle de pragas, na indústria,…. etc. Por outro lado os seres vivos têm um importante papel ecológico (fotossíntese, formação e manutenção dos solos, ciclo dos nutrientes, ciclo hidrológico… etc.), têm valor valoe estético, pelo que a sua conservação se reveste de considerável importância. Infelizmente, o crescimento da população humana, o consumo intensivo dos recursos biológicos e o desenvolvimento de um sistema económico que não valoriza o ambiente e os seus recursos está a colocar em vias de extinção diversas espécies de seres vivos.

Como sabem, determinadas actividades humanas têm vindo a por em risco a sobrevivência de certas espécies de seres vivos e, deste modo, contribuindo para a redução da biodiversidade. De entre essas actividades destacam-se:

→  Sobrexploração –  colheita e caça/pesca intensiva;

→ Introdução de espécies exóticas – espécies que não existiam naquele local, estas podem ser predadoras ou podem competir com as já existentes no local (indígenas);

→ Poluição/alterações climáticas – provocadas como já sabem pelas diversas actividades do ser humano.

→ Fragmentação de habitats – criação artificial de várias lacunas dentro do habitat inicial que com o tempo acabam por se fundir restando no final pequenas zonas isoladas do habitat original;

→ Destruição e degradação de habitats.

Diz-se que uma espécie se encontra em declínio quando a taxa de mortalidade das suas populações excede a taxa de natalidade das mesmas. Se essa tendência se mantiver ocorre a extinção da mesma.

A extinção de seres vivos é um fenómeno natural que tem ocorrido ao longo da história da terra. Nos últimos anos porém, a extinção de espécies  tem sido essencialmente provocadas pela acção humana.

Então, é extremamente importante que ocorra uma recuperação das espécies em perigo de extinção invertendo assim, a tendência de declínio, removendo ou neutralizando os factores por ela responsáveis. Nesse sentido, as medidas a tomar passam por uma correcta gestão de habitat, a fim  de que a população em perigo disponha de locais de abrigo e reprodução, pela erradiação e controle de predadores, competidores e parasitas, pela proibição da caça ou pesca, sensibilização das pessoas para o problema.

Ora bem, a fim de preservarem a biodiversidade e a geodiversidade, têm sido criadas áreas protegidas, estas destinam-se a preservação de um conjunto representativo dos principais ecossistemas ou regiões naturais de um território e de áreas contribuindo assim, para a manutenção da biodiversidade no seu ambiente natural, pois permitem melhores condições de sobrevivência.

areaP

Em Portugal, existem diversas áreas protegidas cuja classificação tem em conta as características da fauna, flora e geologia da região sendo assim designadas por:

→ Parque Nacional;

→ Parque Natural

→ Reserva Natural

→ Paisagem Protegida

→ Monumento Natural/Geomonumento

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Tratamento de águas (ETAR´s e ETA´s)

Como já aprendeu, apesar de a água ser um recurso renovável, a quantidade de água potável tem vindo a diminuir, por um lado devido ao aumento de consumo e, por outro lado, devido à sua degradação, que é devida a diversas actividades humanas. Assim é fundamental que a água utilizada seja tratada antes de ser devolvida ao meio. Esse tratamento é efectuado em ETAR´s – estações de tratamento de águas residuais para onde são canalizados os efluentes domésticos e industriais e onde a água é submetida a  determinados processos:

 Físicos – filtração de partículas sólidas;

Químicos – são utilizados produtos químicos (por exemplo, cal que facilita a formação de aglomerados de partículas e a sua deposição por acção da gravidade);

 Biológicos – utilização de microrganismos que consomem a matéria orgânica existente nas águas residuais.

Estes processos decorrem nos quatro tipos de  tratamentos durante o percursos água na ETAR´s e ETA´s:

Tratamento Priliminar, tratamento primário, tratamento secundário, tratamento secundário, tratamento terciário, no final são obtidas lamas mas estas não podem ser utilizadas como fertilizantes pois estão contaminadas com microrganismos provenientes das águas poluidas, sendo por esse motivo depositadas em aterros sanitários.

ETAR_AguasOeste

No final há adição de cloro para a eliminação dos organismos patogénicos. Estes processos visão a conversão numa água despoluída que poderá, então, ser lançada de novo no meio ambiente.

 Para os mais curiosos…. 😉

etar....

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AVISO 8ºF

Caros alunos,

Na próxima 3ª feira (26 de Maio) TODOS OS ALUNOS TÊM CIÊNCIAS NATURAIS, no dia 27 de Maio (4ª feira) TODOS ALUNOS TÊM CIÊNCIAS FISICO-QUÍMICAS.

Cumprimentos:

Prof: Filipe de Barros

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AVISO 7ºD

Caros alunos,

O vosso TESTE será realizado no dia 1 de Junho. TODOS OS ALUNOS DE AMBOS OS TURNOS DEVEM COMPARECER para a realização do mesmo. O teste será entregue pela professora de Ciências fisico-quíicas, pois como vos disse não estarei presente nesse dia na escola.

Cumprimentos:

Prof: Filipe de Barros

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Tipos de rochas e sua origem

 Rochas Magmáticas ou ígneas: estas são originadas através de materiais em estado de fusão que se solidificam por arrefecimento, entre eles os minerais feldspatos, a mica, os óxidos metálicos, os minerais silicatos ferro-magnesianos, etc.

Rochas Sedimentares: surgem nas zonas profundas da litosfera (crosta terrestre). A sua formação dá-se a partir de processos físico – químicos que sofrem os agentes destrutivos. Ex. Arenitos, calcário, etc.

Rochas Metamórficas: Estas passam por mudanças e têm origem nas rochas magmáticas, sedimentares e também metamórficas. Tal transformação acontece pelo aumento da temperatura e ainda ocasiona a elevação da pressão e o aumento de deslocamentos, o que resulta na fragmentação da rocha original.  

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Alteração teste 8ºF

Prezados alunos,

o vosso teste foi adiado para 4ª feira (dia 13 de Maio), assim TODOS OS ALUNOS, deverão ir na 3ª feira (dia 12 de Maio) à aula de ciências físico-química.

 Aproveito para relembrar que na 3ª feira, irão ter a aula extra pelo que devem levar o livro de Ciências Naturais.

Bom estudo e continuação de bom dia!!! 😉

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