Archive for Aulas 7º Ano

AVISO 7ºD

Caros alunos,

O vosso TESTE será realizado no dia 1 de Junho. TODOS OS ALUNOS DE AMBOS OS TURNOS DEVEM COMPARECER para a realização do mesmo. O teste será entregue pela professora de Ciências fisico-quíicas, pois como vos disse não estarei presente nesse dia na escola.

Cumprimentos:

Prof: Filipe de Barros

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Tipos de rochas e sua origem

 Rochas Magmáticas ou ígneas: estas são originadas através de materiais em estado de fusão que se solidificam por arrefecimento, entre eles os minerais feldspatos, a mica, os óxidos metálicos, os minerais silicatos ferro-magnesianos, etc.

Rochas Sedimentares: surgem nas zonas profundas da litosfera (crosta terrestre). A sua formação dá-se a partir de processos físico – químicos que sofrem os agentes destrutivos. Ex. Arenitos, calcário, etc.

Rochas Metamórficas: Estas passam por mudanças e têm origem nas rochas magmáticas, sedimentares e também metamórficas. Tal transformação acontece pelo aumento da temperatura e ainda ocasiona a elevação da pressão e o aumento de deslocamentos, o que resulta na fragmentação da rocha original.  

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Matriz-teste.CN-7ºANO(B,D)

Competências:

 

 

Actividade vulcânica & minerais & génese de rochas

 

1 – Compreender os fenómenos vulcânicos e sísmicos como evidência da actividade interna da terra;

2 – Localizar as principais zonas de grande intensidade vulcânica e sísmica do planeta;

3 – Compreender os fenómenos do vulcanismo activo;

4 – Reconhecer a poluição como principal causa de desequilíbrio nos ecossistemas;

5 – Relacionar os tipos de materiais emitidos pelos vulcões com as características da respectiva actividade vulcânica;

6 – Compreender a ocorrência das manifestações secundárias e de vulcanismo;

7 – Compreender a ocorrência das manifestações secundárias de vulcanismo;

8 – Relaconar a ocorrência de sismos com a acção de forças que se desenvolvem no interior da terra;

9 – Reconhecer que as rochas são constituídas por minerais;

10 – Conhecer métodos de identificação de minerais;

11 – Definição de minerall;

11 – Conhecer métodos de identificação das rochas quanto a sua origem (génese);

 

Conceitos:

                 

                               Vulcões;

                               Erupção vulcânica;

Magma;

Lava;

Erupção efusiva;

Erupção mista;

Erupção explosiva;

Nuvem ardente;

Vulcanismo secundário

Fumarolas;

Géiseres;

Nascentes termais;

Minerais;

Rocha ígnea;

Rocha metamórfica;

Rocha Sedimentar;

 

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Vídeo síntese: tectónica de placas/vulcanismo

   Ora bem, este vídeo é uma pequeníssima (mas mesmo muito pequena!!!! 🙂 ) síntese sobre a relação entre placas tectónicas/vulcões….

Bom estudo!!! 🙂

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Vulcanismo-benefícios da actividade vulcânica

A actividade vulcânica pode originar catástrofes naturais. A violência de algumas erupções vulcânicas ao longo da História matou milhares de pessoas e modificou a composição atmosférica e o clima por algum tempo. Os cientistas consideram que apenas uma única erupção vulcânica pode afectar todo o planeta, por isso tem sido desenvolvida tecnologia avançada que permita prever erupções vulcânicas, salvando a vida a milhares de pessoas.

Embora alguns vulcões possam ser muito destrutivos, as suas vertentes são escolhidas por muitas pessoas para aí habitarem. Umas das razões desta escolha são os solos férteis originados pelos depósitos vulcânicos, excelentes como campos de cultivo. Em algumas partes do Mundo, materiais valiosos como o ouro, o ferro, o enxofre e os diamantes têm origem na actividade vulcânica, levando ao aparecimento de aglomerados populacionais nesses lugares.
Nos Açores e na Islândia, as rochas vulcânicas perto da superfície atingem temperaturas tão elevadas que a água que as atravessa pode ser usada para aquecimento de casas e estufas ou mesmo para a produção de energia eléctrica.
As áreas vulcânicas oferecem paisagens espectaculares, atraindo excursões de visitantes aos géiseres, fontes termais, fumarolas (designados por vulcanismo secundário) e às encostas dos vulcões, funcionando assim como pólos turísticos que desenvolvem a região

Vejam os seguintes vídeos:

continuando…. 🙂

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Vulcanismo-vulcanismo secundário

O Vulcanismo secundário ou residual são manifestações de actividade vulcânica de modo menos violento que as erupções, podendo também ocorrer antes das mesmas.

Estas manifestações mantêm-se durante muitos anos ou séculos e podem ocorrer de várias formas:

 

Fumarolas: Emissões de vapor de água, frequentemente acompanhadas, de outros gases a temperaturas elevadas, libertadas através de fendas do cone vulcânico. De acordo com os diferentes gases libertados as fumarolas são classificadas em:

Sulfataras Quando são predominantemente libertadas substâncias sulfuradas (enxofre, dióxido de enxofre e ácido sulfúrico).

Mofetas – Quando predomina a libertação de dióxido de carbono.

(estes dois últimos é apenas a título de curiosidade)

 

Géiseres: Emissões descontínuas de água e de vapor de água a altas temperaturas através de fracturas que podem atingir centenas de metros acima do solo.

 

 

Fontes ou nascentes termais: São locais de libertação de água subterrâneas, que foram aquecidas em profundidade, emergindo à superfície a elevadas temperaturas. Algumas destas são ricas em substâncias minerais.

 

 

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Vulcanismo-tipos de erupções

Os tipos de erupções vulcânicas, observáveis à superfície da Terra, têm aspectos e consequências diferentes, conforme a temperatura e a composição química do magma. Estes determinam:

 

. Viscosidade – A viscosidade é a capacidade de fluir (escorregar), então quanto maior for a temperatura mais fluida é a lava (logo menos viscosa) assim, quanto menor for a temperatura maior é a viscosidade logo menor a sua capacidade de fluir.

 

. Libertação dos gases – Se a lava é viscosa a libertação dos gases é difícil, caso a lava seja fluida (pouco viscosa) a libertação dos gases é mais fácil.

 

Estes dois parâmetros vão determinar a violência/ ou não das erupções vulcânicas. ( sugiro que vejam no vosso caderno diário o esquema que fiz ):)

 

Assim, podemos definir três tipos de erupções:

 

Erupções Efusivas:

 

A lava é fluida (pouco viscosa), a libertação de gases é fácil e a erupção é calma, com derramamento de lava abundante a altíssima temperatura.

 → A lava desliza rapidamente, espalhando-se por grandes distâncias.

 Se houver declive acentuado, pode formar “rios” de lava, denominados correntes de lava ou também escoadas lávicas.

→ Cones vulcânicos são baixos, pois a lava espalha-se por grandes superfícies.

 

Vejam o seguinte vídeo:

 

 

 

Erupções Explosivas:

 

→ As lavas são muito viscosas (pouco fluida), fluem com dificuldade e impedem a libertação de gases, ocorrendo por isso, violentas explosões.

→ Devido à sua viscosidade, a lava, por vezes, não chega a derramar constituindo estruturas arredondadas, chamadas domos.

→ Noutras situações a lava solidifica mesmo dentro da chaminé, formando agulhas vulcânicas, que podem mais tarde ficar a descoberto, por processos naturais.

→ Nas erupções explosivas os cones são essencialmente formados pela acumulação de piroclastros.

 

Vejam o seguinte vídeo:

 

 

 

Erupções Mistas:

 

Assumem aspectos intermédios entre os descritos, observando-se fases explosivas que alternam com fases efusivas;

→ Nas erupções intermédias formam-se cones mistos, em que alternam camadas de lava com camadas de piroclastros;

 → As escoadas de lava são curtas;

→ A lava apresenta grau intermédio de viscosidade.

 

Não é assim tão difícil, pois não???

🙂

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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