Archive for Maio 10, 2009

Alteração teste 8ºF

Prezados alunos,

o vosso teste foi adiado para 4ª feira (dia 13 de Maio), assim TODOS OS ALUNOS, deverão ir na 3ª feira (dia 12 de Maio) à aula de ciências físico-química.

 Aproveito para relembrar que na 3ª feira, irão ter a aula extra pelo que devem levar o livro de Ciências Naturais.

Bom estudo e continuação de bom dia!!! 😉

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Resíduos-Valorização e tratamento dos RSU

   Actualmente as lixeiras são substituídas por sistemas integrados intermunicipais de tratamento, valorização e eliminação final de resíduos mediante:

 

·         Aterros sanitários

·         Unidades de incineração

·         Centrais de compostagem;

·         Estações de tratamento de águas (ETAR e ETA)

·         centros de recolha selectiva

 

O processo de valorização e tratamento dos RSU obedece à seguinte hierarquia: prevenção, reciclagem e valorização.

 

A prevenção diz respeito ao consumidor que pode reduzir, reutilizar, separar e colocar os RSU nos respectivos ecopontos. A recolha selectiva tem por objectivo maximizar as quantidades de materiais a reciclar.

 

Os RSU da recolha selectiva destinam-se à reciclagem – conjunto de processos que permitem converter resíduos em materiais úteis. A reciclagem tem por objectivo diminuir a necessidade de deposição em aterro.

 

A Valorização consiste no reaproveitamento dos RSU e tem lugar em unidades industriais de tratamento e valorização de resíduos.

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Resíduos-Lixeiras

Uma lixeira é um local localizado em terrenos amplos e abandonados a céu aberto onde são depositados, sem qualquer controlo os RSU. Como dito anteriormente até a relativamente pouco tempo, os RSU eram depositados nestes locais.

As consequências negativas das lixeiras são:

 – impacto visual e mau cheiro;

poluição do solo, devido a ausência do tratamento de águas lixiviantes (águas das chuvas que em contacto com os resíduos fica poluída), produzida durante a biodegradação dos resíduos orgânicos;

poluição atmosférica, devida a queima doa RSU que libertam gases para a atmosfera (GEE), essencialmente metano, contribuindo assim para o efeito de estufa, ou, caso fiquem retidos podem ocasionar incêndios;

multiplicação de ratos, ratazanas, baratas, moscas e gaivotas:

desperdício de recursos.

lixeira_1

Assim, como pode constatar, as lixeiras constituem um risco para a saúde humana em todo o país e para a degradação da paisagem e da Natureza. Como dito anteriormente estas foram progressivamente encerradas em todo país, estando completamente extintas em 2002.

Nas figuras seguintes podem visualizar-se as lixeiras de Arganil e de Ansião antes e após o seu encerramento:

lixeiras2

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Resíduos-Importância da Gestão dos Resíduos sólidos urbanos

   Já aprendeu que o aumento exponencial da população humana, sofrido nas últimas décadas, tem conduzido a um consumo intensivo dos recursos, a uma maior produção de resíduos e a uma degradação das condições ambientais. Assim, é fundamental inverter esta situação, sem, contudo, impedir o desenvolvimento seja feito de forma sustentável, de modo a permitir a qualidade de vida das futuras gerações.

 Tendo em conta que a população humana continue a crescer, que vários dos recursos que a terra disponibiliza são finitos, não devendo ser desperdiçados, e que a qualidade de vida implica igualmente a qualidade ambiental, devemos assim praticar um desenvolvimento sustentável na gestão dos resíduos através da reutilização e reciclagem.

 Para isso é necessária uma gestão dos RSU, ou seja, é um conjunto de operações de recolha, transporte, armazenagem, tratamento, valorização e eliminação de resíduos, incluindo a monitorização dos locais de descarga.

Em Portugal, a gestão dos RSU até finais no século passado baseava-se na simples recolha indiferenciada e a sua deposição em lixeiras. Em 1997 foi definido o plano estratégico para a gestão dos resíduos sólidos urbanos – PERSU, a partir desta altura as lixeiras foram encerradas ou convertidas em aterros e iniciou-se a recolha selectiva.

A aprovação, em 2005, do plano de intervenção de resíduos sólidos urbanos e equiparados implicou a necessidade de todos os resíduos serem sujeitos a operações de valorização e tratamento antes da deposição. O plano define que os aterros se destinam, progressivamente, aos resíduos últimos, ou seja, resíduos que já não podem ser sujeitos a operações de tratamento.

Colaborar na gestão dos RSU é um dever de cada cidadão e contribui para a sustentabilidade da terra.

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